Sexta, 30/07/2021
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VÍDEO : Joinvilense morre em salto de base jump no Rio de Janeiro

maio 22, 2021
VÍDEO : Joinvilense morre em salto de base jump no Rio de Janeiro
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Eduardo Giovani Carvalho da Silva, de 36 anos, morreu após saltar de base jump, na tarde deste sábado (22), em São Conrado, na Zona Sul do Rio. Ele bateu em um prédio e caiu no meio da pista da Auto-Estrada Lagoa-Barra, sentido Zona Sul. Assista o vídeo abaixo

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Segundo a Polícia Civil, o esportista era de Joinville, Santa Catarina, e veio para o Rio de Janeiro para saltar da Pedra da Gávea. Ele saltou junto com um amigo, que pousou no canteiro central e sobreviveu.

No vídeo que mostra o momento da queda, é possível ver Eduardo sem controle do paraquedas descendo no meio da pista.

Bombeiros do Quartel da Gávea foram acionados, por volta das 12h05, e quando chegaram ao local já encontraram o homem sem vida. Ainda não se sabe se ele morreu por causa da queda ou se foi atingido por algum veículo.

Em depoimento na 15º DP, a mulher de Eduardo afirmou que eles pularam da Garganta do Céu, um local próximo da Pedra da Gávea.

O base jump é um esporte em que a pessoa pula de paraquedas de um ponto fixo, como penhascos, prédios altos, antenas de transmissão e pontes.

A modalidade é considerada de alto risco. Isso porque é praticada a alturas médias de 80 a 100 metros e não utiliza equipamento reserva, como em um salto com paraquedas convencional a partir de uma aeronave, já que não haveria tempo para a abertura de um substituto.

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Representantes do Clube São Conrado de Voo Livre afirmam que a rampa da Pedra Bonita, também na Zona Sul, estava fechada porque o vento não estavam favoráveis.

Os praticantes de base jump, portanto, decidiram saltar de outro ponto por conta própria, mas foram atingidos por uma rajada de vento. Um deles conseguiu pousar no canteiro central da avenida e o outro bateu em um prédio e caiu.

“Nós somos responsáveis pela rampa da Pedra Bonita, que é destinada a parapente e asa-delta. O acidente se deu com o base jump, que não está sob nossa tutela. As condições climáticas não estavam favoráveis ao voo livre, tanto é que nós decidimos fechar a rampa”, explica Clínio Ferreira, vice-presidente do Clube São Conrado de Voo Livre.  Fonte g1.com

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