Quarta, 28/07/2021
Joinville

Tecnologia catarinense permite inativar o vírus da Covid-19

junho 16, 2021
Tecnologia catarinense permite inativar o vírus da Covid-19
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Mesmo com a vacinação a todo vapor, o vírus da Covid-19 ainda circula por aí, novas variantes estão surgindo e ainda não se sabe quando a população realmente estará livre de perigo. Por isso, todo cuidado é pouco. Além de máscara, álcool 70%, também é possível impedir que o vírus se espalhe pelo ar, em ambientes fechados. Mas como?

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A resposta está em uma tecnologia catarinense, pioneira e relativamente nova, que permite a descontaminação do ar e dos ambientes com a aplicação de ozônio. Com certificação realizada pela Quasar Bio em laboratório de Biossegurança Nível 3, da USP – seguindo todos os padrões de segurança, recomendações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e metodologias de órgãos internacionais, liderado pelo pesquisador do ICB-USP, Dr. Lucio Freitas Junior – os equipamentos da Wier conseguiram alcançar a inativação de mais de 99,9% do vírus Sars-CoV-2.

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De acordo com o Dr. Bruno Mena, CEO da Wier, essa eficácia fez com que vários mercados se abrissem para o uso do ozônio, tanto no âmbito residencial quanto por profissionais e empresas. “Em primeiro lugar, essa certificação contribuiu para validar a eficiência dos nossos equipamentos e mostrar como podemos apoiar de fato a prevenção e a saúde das pessoas ajudando a diminuir novos casos de contaminação, pois nossa solução combate diretamente a fonte do problema: o vírus. Por outro lado, contribuiu para a economia, pois vários empreendedores, micro e pequenas empresas passaram a ter esses equipamentos como forma de levar proteção para seus clientes e uma renda extra para o seu negócio”, afirma.

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O ozônio é capaz de atacar de forma oxidativa e sucessiva componentes vitais do vírus, como seu envelope viral de constituição lipídica e até mesmo o RNA, conduzindo à inativação viral, tornando-os incapazes de se reproduzirem e de contaminarem alguém. A técnica com ozônio é tão eficiente que, quando aplicada em ambientes, consegue combater também bactérias e fungos presentes no ar e em superfícies de objetos, além de odores como cheiro de mofo e de cigarro.

Assim, é possível ajudar na prevenção contra novas contaminações pelo  novo coronavírus com o uso desses equipamentos nos mais diversos ambientes como veículos, quartos de hotéis, escritórios, interior de ônibus, residências, entre outros. Ao todo, são mais de 30 mil equipamentos espalhados pelo Brasil e em mais de 20 países.

No entanto, o Dr. Bruno Mena alerta que é importante esclarecer que o ozônio não deve ser utilizado em pessoas, nem como tratamento para a doença COVID-19. Não se trata de ozonioterapia. “O ozônio é tóxico, por isso deve ser aplicado com atenção, seguindo a metodologia correta de aplicação ”, destaca.

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