Sexta, 24/09/2021
Joinville - SC
janeiro 5, 2020
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A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado ao Ministério da Economia, questionou à Seguradora Líder o valor de R$ 274 mil referente à festa de confraternização de seus funcionários.

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Além do montante destinado para a festa de fim de ano da representante dos consórcios que administra o Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres (DPVAT), a Superintendência aponta outros R$ 20 milhões gastos com despesas administrativas da empresa. Para o ano de 2020, a seguradora terá R$ 237 milhões para custear suas despesas administrativas.

De acordo com a Líder, a confraternização foi feito para promover a valorização dos funcionários. Segundo a seguradora, o Dpvat é gerido pelos seus empregados e a festa de fim de ano faz parte do conjunto de ações que permite o adequado desempenho de suas atividades. De acordo com a publicação na Folha de S. Paulo, a Susep também cobra explicações por outras despesas  realizada pela Seguradora Líder, tais como: 10 milhões em serviços de terceiros, R$ 6 milhões em serviço de localização e funcionamento e mais R$ 3 milhões gastos com marketing.

A questão da redução de R$ 37 milhões para as despesas do Dpvat foi questionado no STF, que manteve os valores antigos. Para a Susep, a quantia gasta é um patrocínio não diretamente relacionado ao objeto do seguro obrigatório e que assim, estaria em desacordo com a legislação e diretrizes do órgão.

O Dpvat foi criado em 1974 com o objetivo de criar uma rede de pagadores responsáveis por indenizações para vítimas (condutor e pedestre) de acidente de trânsito. Atualmente, a Seguradora Líder gere um fundo no valor de R$ 8,9 bilhões.

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