Sabado, 25/09/2021
Joinville - SC
fevereiro 19, 2020
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A principal hipótese da Polícia Civil para a morte de Leosmar Martins, encontrado morto dentro de um carro em São Francisco do Sul, no Norte do estado, é que tenha sido uma execução, disse o delegado responsável pela investigação, Rafaello Ross.

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A vítima, de 41 anos, foi assassinada dentro do próprio veículo. Pelas primeiras informações da polícia, três pessoas estiveram envolvidas no homicídio.

Leosmar Martins é pai de Leonardo Nathan Chaves, de 21 anos. Os dois são acusados de envolvimento na morte da companheira de Leonardo, Gabriella Custódio da Silva, em julho de 2019, em Joinville, também Norte do estado. Os dois estavam com júri marcado para março. Leosmar foi encontrado morto na noite de domingo (16).

Casal Gabriella Custódio e Leonardo Martins — Foto: Reprodução/Globo
Casal Gabriella Custódio e Leonardo Martins — Foto: Reprodução/Globo

“Temos algumas informações iniciais que dão conta de que ele estava na companhia de três pessoas momentos antes da prática do crime. Então isto nos levar a crer que três pessoas participaram do crime. Temos informações testemunhais de que estas três pessoas teriam se evadido a pé logo após a execução”, disse o delegado.

Morte

O veículo estava estacionado às margens da BR-280, no Bairro Acaraí, e foi encontrado por volta das 21h de domingo. De acordo com o delegado, o corpo estava no banco do passageiro. “[O homem estava] amarrado com as mãos para frente, com disparo de arma de fogo na cabeça”, afirmou.

Leomar respondia em liberdade por fraude processual e porte ilegal de arma de fogo. O filho dele está preso preventivamente, acusado de homicídio duplamente qualificado e feminicídio. Em dezembro, a Justiça marcou para março o júri de pai e filho pela morte de Gabriella.

Gabriella Custódio da Silva foi atingida por arma de fogo — Foto: Reprodução/Facebook
Gabriella Custódio da Silva foi atingida por arma de fogo — Foto: Reprodução/Facebook

Morte de Gabriella Custódio

Na ocasião, a Justiça entendeu que, embora o réu tenha alegado que a arma disparou acidentalmente, essa questão será analisada pelo júri. Segundo o entendimento do juiz, ao se desfazerem da arma, filho e pai impediram que fosse feita perícia na pistola, o que poderia comprovar a versão deles. Fonte g1.com

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