Segunda, 16/05/2022
Joinville - SC
maio 14, 2020
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O trabalho de instalação da galeria subterrânea está paralisado na rua Visconde de Taunay e isso  vem deixando os empresários apreensivos. O presidente da CDL Joinville, José Manoel Ramos, diz que a entidade está preocupada com o presente e o futuro da obra. “Sabemos que obras sempre causam transtornos, mas precisamos de informações oficiais e seguras sobre o andamento dos trabalhos”, explica.

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Para os empresários, já que a obra parou, é preciso oferecer segurança, com instalação de iluminação pública, e informações corretas de desvios e quais acessos estão liberados. “Pedimos que os agentes de trânsito estejam por dentro do cronograma para atuar orientando o trânsito”, revela o presidente da CDL.

Outra solicitação foi a diminuição da altura dos tapumes, para oferecer mais segurança e melhorar a usabilidade da via. Os representantes também revelaram queda no faturamento, demissão de funcionários e que motoboys trafegam pela calçada, promovendo insegurança.

Preocupado com o relato dos empresários, o prefeito Udo Döhler disse que irá analisar as demandas e deve apresentar, nos próximos dias, informações sobre o andamento das obras e melhorias necessárias. Também se comprometeu em buscar soluções para o trânsito.

Além do presidente da CDL Joinville, estiveram presentes o secretário de Cultura e Turismo e conselheiro da CDL, José Raulino Esbiteskoski, o representante da Câmara Setorial de Gastronomia, Tomé de Souza, o assessor jurídico da CDL, Álvaro Cauduro, o secretário de Comunicação Marco Aurélio Braga, e a vice-presidente do VivaBem, Ana Luiza Wetzel. 

Obras começaram em 2014

As obras começaram em junho de 2014 na rua Euzébio de Queiróz, com previsão de conclusão em 2016. Quase seis anos se passaram, ocorrendo uma série de atrasos em repasses, licenças ambientais demoraram a sair e muitas paralisações foram registradas nos canteiros.

Recentemente, após vários adiamentos, a Prefeitura informou que a conclusão será em setembro deste ano.  Na rua Jerônimo Coelho, onde a frente de trabalho começou entre o final de 2016 e início de 2017, as obras estão paralisadas.

 O objetivo da ampliação da capacidade do Rio Mathias é acabar com as cheias na área central provocadas pelas águas das chuvas e pela influência da maré.

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