Sexta, 19/08/2022
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Número de mulheres que adotam sobrenome do marido caiu 24% desde 2002

julho 1, 2022
Número de mulheres que adotam sobrenome do marido caiu 24% desde 2002
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O número de mulheres que adotam o sobrenome do marido após o casamento caiu 24% nos últimos 20 anos. Desde 2002, quando Código Civil passou a permitir aos noivos que adotassem o sobrenome um do outro no matrimônio, a prática vem caindo paulatinamente.

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De acordo com dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que representa a classe dos Oficiais de Registro Civil de todo o país, antes de a possibilidade do homem também adotar o sobrenome da mulher, as esposas escolhiam ter o sobrenome dos maridos em 59,2% dos matrimônios.

A partir da mudança, uma queda na tradição passou a ser registrada. Na primeira “década” desta mudança – 2002 a 2010 -, a média de mulheres que optavam por acrescentar o sobrenome do marido passou a representar 52,5%. Já na segunda “década” de vigência da atual legislação – 2011 a 2020 –, este percentual passou a ser de 45%.

“As informações dos Cartórios de Registro Civil são um retrato fiel da sociedade brasileira, uma vez que conservam os dados primários de sua população”, diz Gustavo Renato Fiscarelli, presidente da Arpen-Brasil.

 

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