Quarta, 29/06/2022
Joinville - SC

Mulher é atacada dentro de casa e envia mensagem pedindo socorro

fevereiro 3, 2022
Mulher é atacada dentro de casa e envia mensagem pedindo socorro
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A mulher de 28 anos que foi atacada dentro de sua casa por um homem, na noite desta quarta-feira, no bairro Comasa, permanece hospitalizada.  De acordo com o relato de uma irmã da vítima, ela enviou mensagens pedindo socorro aos familiares quando percebeu que o suspeito estava entrando na residência em que mora com dois filhos, de 1 e 6 anos.

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“Socorro. Bandido aqui. Entrou. Socorro. Vai matar a gente”, escreveu a mulher a uma irmã.

Conforme a irmã da vítima, a mulher se escondeu dentro do quarto com os filhos, mas o agressor conseguiu estourar a porta. Além socos, ela sofreu cortes provocados por uma faca, informou a PM.

“Ele tava alucinado e começou a dizer :’Tu matou teu filho, sua vadia’. Aí ele abriu a calça, mostrou o órgão para ela, na frente dos filhos, e começou a falar pro menino mais velho: ‘Não berra, fica quietinho’. Em seguida, pegou ela pelo pescoço e a levou para outro quarto da casa”, disse a irmã da vítima.

Durante a luta corporal a vítima conseguiu se soltar do agressor e correu para fora. No portão da casa, uma irmã e o tio, que receberam o pedido de socorro, haviam acabado de chegar. A PM também havia sido acionada pelos familiares.

“Ela contou depois, já no hospital, que ele pegou a cabeça dela e bateu o rosto dela várias vezes no chão. Ela fraturou um osso no rosto, fraturou o baço e levou uma facada no peito. Ela está muito machucada. Tu olha o rosto dela e praticamente não reconhece”, disse a irmã.

Prisão

A PM encontrou o suspeito nos fundos da casa. Ele foi preso em flagrante. De acordo com o delegado Roberto Patella, o suspeito estava em liberdade provisória.

O caso será remetido para a Delegacia de Homicídios, já que o crime mais grave foi rotulado como tentativa de assassinato.  A mulher foi hospitalizada e até a noite desta quinta-feira (3), não havia prestado depoimento.

Na delegacia, o suspeito afirmou que usou drogas e entrou em uma residência que não conhecia e agrediu a mulher.

“Ele admitiu que agrediu ela, mas disse que não estuprou ela. A questão do estupro foi questões posteriores, extras e apresentadas pelos policias militares”, explicou o delegado.

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