Quinta, 16/09/2021
Joinville - SC
fevereiro 28, 2020
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A Secretaria de Saúde de Joinville divulgou nesta sexta-feira (28/02) a informação de que quatro casos suspeitos de coronavírus estão sendo investigados no município.

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Todos foram notificados ao Serviço de Vigilância Epidemiológica da Saúde por meio de hospitais da rede particular, sendo dois pelo Hospital Dona Helena e outros dois pelo hospital da Unimed. Um dos pacientes chegou a ser internado, mas já recebeu alta. Enquanto aguardam os resultados dos exames, os quatro permanecem em isolamento domiciliar.

De acordo com o secretário de Saúde de Joinville, Jean Rodrigues da Silva, o momento é de alerta, mas medidas já foram adotadas entre as redes pública e privada de saúde para que se tenha agilidade e segurança no atendimento a possíveis novos casos suspeitos.

Uma das iniciativas é a criação de uma rede única, formada pelos sistemas de saúde pública e particular, que irá atuar em conjunto contra o coronavírus. “Hoje, se tivermos um caso suspeito de coronavírus, o fluxo é único: ligar para o Serviço de Vigilância Epidemiológica da SES para podermos deflagrar o processo da rede”, explicou o secretário.

Identificação de casos suspeitos 

De acordo com a atual definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), para ser considerado um caso suspeito de coronavírus, além de sintomas como febre, sintomas respiratórios, mialgia (dores no corpo), é preciso que o indivíduo tenha vindo ou tenha tido contato com pessoas que vieram de países considerados áreas de transmissão, como China, Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã e Camboja. Outro critério para que seja considerado suspeito, é o indivíduo ter tido contato com algum paciente com caso confirmado de coronavírus. Já a confirmação de um possível caso, só acontece por meio de exame laboratorial.

Rede pública de atendimento 

Pacientes enquadrados em casos clínicos que precisarem de atendimento, devem se dirigir até uma Unidade Básica de Saúde (UBS), aos Pronto Atendimentos (PAs) ou aos hospitais da rede.

No acolhimento, se for confirmada qualquer informação que indique possibilidade de coronavírus, o usuário vai receber máscara e ser direcionado para atendimento médico e enfermagem, com atendimento prioritário seja na rede pública ou privada.

“Esse paciente tem prioridade de atendimento desde que preencha os critérios de gravidade. Se ele for acolhido e o profissional que está treinado entender que é um paciente que preenche critérios de epidemiologia e de sintomatologia para ser suspeito, ele será conduzido para atendimento por uma equipe paramentada”, explicou a diretora técnica da Saúde, Luana Ferrabone.

 Prevenção 

Assim como acontece com doenças como a gripe, a prevenção do coronavírus também se faz com medidas básicas como higienização das mãos, evitar aglomerações, manter os ambientes arejados, não compartilhar objetos pessoais e utilizar a etiqueta da tosse, protegendo a boca e o nariz ao tossir. Já em relação a indivíduos com caso confirmado de coronavírus, 80% dos casos são assintomáticos ou leves e os pacientes são atendidos em casa, mas ele se manterá em isolamento domiciliar. Em relação ao uso de máscaras, a recomendação é que o equipamento seja utilizado apenas em circunstâncias onde é indicada.

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