Quarta, 29/06/2022
Joinville - SC

Duas pessoas são presas por suspeita de envolvimento na morte de ex-secretário em Major Vieira

junho 15, 2022
Duas pessoas são presas por suspeita de envolvimento na morte de ex-secretário em Major Vieira
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Uma ação conjunta da Polícia Civil de Santa Catarina e da Polícia Militar de SC resultou na prisão de dois homens na investigação que apura a morte de um ex-secretário municipal do município de Major Vieira, ocorrida na terça-feira (14). As prisões dos suspeitos aconteceram no começo da noite de terça-feira (14).

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Os dois foram presos na localidade de Rio Bonito, interior do município de Papanduva. Dentre os elementos, diversas imagens de câmeras e relatos de testemunhas permitiram efetuar o reconhecimento.

A investigação também foi frutífera ao identificar, ainda no início da tarde, a motocicleta utilizada no crime. Essas informações contribuíram nas buscas e perseguições, resultando nas prisões. Um dos presos levava na meia R$ 3,3 mil em células de 100 reais e R$ 800 também em notas de cem reais no bolso.

As investigações ainda permanecem, buscando identificar a motivação para o crime.  Os dois presos foram autuados em flagrante pelo crime de homicídio. Eles estavam com a moto utilizada no crime. Em interrogatório, um deles ficou em silêncio e o outro negou.

Ex-secretário assassinado denunciou corrupção dentro da prefeitura de Major Vieira

Sérgio Roberto Lezan, foi um dos delatores do esquema que a então contadora da prefeitura, Marenize Brocco, teria instaurado dentro da prefeitura da cidade. A delação, feita junto com o prefeito Adilson Lisczkovski, desencadeou a operação Conta Zerada, que levou a contadora e seu marido para a cadeia em setembro do ano passado.

ET PATER FILIUM

A operação que começou em Major Vieira e levou o então prefeito Orildo Severgnini (MDB) e seu filho a mais de 100 anos de condenação não teve, a princípio, colaboração de Lezan. Toda a documentação referente a operação mostra que a investigação começou de ligações interceptadas durante a Operação Lava-Jato no Paraná que foram remetidos ao Ministério Público de Santa Catarina, sendo entregues ao promotor da Vara Criminal de Canoinhas que iniciou, a partir de então, a investigação

 

 

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