Segunda, 16/05/2022
Joinville - SC
novembro 6, 2020
Compartilhar
Ouvir publicação

Por volta das 14h desta quinta-feira, 5 de novembro, os bombeiros voluntários atenderam um afogamento no bairro Jacu-Açu, em Guaramirim.

Participe do grupo de Whatsapp Aconteceu em Joinville – Clique Aqui

No local, uma criança de apenas dois anos de idade teria caído em uma piscina. Conforme relato da mãe, ela não saberia informar como teria ocorrido o acidente.

Na chegada do resgate, a criança foi encontrada respirando, com os batimentos cardíacos e chorando no colo da mãe. Vizinhos teriam auxiliado a mulher no processo de reanimação até a chega dos socorristas. Diante da situação, o menino foi encaminhado em estado estável ao Hospital para avaliação médica.

Quais os cuidados com crianças na piscina?

Nunca deixe a criança sozinha

Mesmo que a criança saiba nadar, nunca a deixe sozinha na área da piscina ou dentro dela. Muitos acidentes acontecem até mesmo em tanques rasos, em função da sucção dos cabelos ou roupas e contusões durante os mergulhos.

Os menores de 4 anos devem ser acompanhados pelos pais com a distância de, pelo menos, um braço esticado de um adulto. Essa é a atitude mais segura para o caso de um desequilíbrio ou um escorregão na borda da piscina.

Esteja atento à profundidade

Em alguns lugares, como clubes, academias, hotéis e parques, fique atento à profundidade da piscina. Ela deve estar indicada em uma placa no próprio local. Se não estiver, teste o espaço antes de deixar a criança entrar na água.

Já as piscinas residenciais devem ter, em média, de 0,60 cm a 1,40 m de profundidade. Porém, no caso do uso exclusivo por crianças, recomenda-se uma altura menor, a fim de que deem pé para a maior parte dos pequenos.

No entanto, piscinas rasas não afastam o risco de acidentes, conforme explicamos, pois a criança pode ter uma cãibra ou torcer o pé, o que afeta a sua capacidade de nadar ou de se manter acima do nível da água.

Cerque a área

A área da piscina deve ser cercada para evitar que as crianças pequenas se aproximem sem supervisão. Use grades, portão com fechamento automático e alarme sonoro para garantir a segurança.

Caso queira colocar outro tipo de cercamento, é importante que ele seja transparente. Assim, se as crianças “furarem” o bloqueio, você pode enxergar rapidamente o que está acontecendo do outro lado, ou seja, na piscina.

Não confie em boias e acessórios

Boias são divertidas, mas não são muito confiáveis. As redondas, por exemplo, podem virar dentro d’água, causando acidentes principalmente em bebês, que ainda não têm a habilidade de se desvirar.

As boias de braço podem ser usadas, mas devem estar bem cheias e sem furos. Mesmo assim, é preciso cuidado, pois elas podem esvaziar. Somente coletes salva-vidas certificados e no tamanho adequado são seguros. De qualquer forma, não tire os olhos das crianças na piscina.

Outros acessórios também são perigosos, como fantasias de sereias, de peixes e nadadeiras. As crianças adoram, mas essas roupas costumam prender as pernas, atrapalhando a natação. Por isso, convença seus filhos a usarem a imaginação, imitando os movimentos desses personagens sem que seja preciso usar esses itens.

Evite brincadeiras na beira da piscina

As crianças adoram brincar na piscina e fora dela, mas isso pode ser perigoso, pois há a possibilidade de escorregarem, caírem e baterem a cabeça. É claro que os pequenos podem se divertir, mas devem evitar a correria e outras atitudes arriscadas ao redor do tanque.

Algumas brincadeiras dentro d’água também podem ser perigosas, como “cavalinho” (quando uma pessoa sobe nas costas da outra), “caldos” (empurrar a cabeça de alguém para dentro da água) e lutas. Converse com os pequenos e ofereça opções mais seguras.

Monitore as brincadeiras com baldes

É comum que as crianças queiram brincar com baldes ou baldinhos à beira da piscina. O brinquedo, porém, pode ser perigoso para os bebês. Não são raros os casos de acidentes em que os pequenos caem de cabeça dentro do recipiente com água e acabem se afogando por não conseguirem sair dali.

Portanto, não tire os olhos da criança enquanto ela estiver brincando com esses acessórios. Mesmo uma saída rápida para atender a porta ou o telefone pode ser fatal. Prefira levar o pequeno com você ou, se possível, peça a alguém que realize essas tarefas por você.

Preste atenção nos equipamentos de sucção

Como dissemos, uma das maiores causas de acidentes com crianças na piscina são os equipamentos de sucção. Por isso, oriente-as para que fiquem longe de ralos e pontos como esses. Em casa, verifique o funcionamento desses itens diariamente e tampe-os com tampas antiaprisionamento.

[ads2]

Block