Segunda, 16/05/2022
Joinville - SC

bebê Jonatas, portador de AME morre após sofrer uma parada cardiorrespiratória

janeiro 24, 2022
bebê Jonatas, portador de AME morre após sofrer uma parada cardiorrespiratória
Compartilhar
Ouvir publicação

Morreu na manhã desta segunda-feira (24), após sofrer uma parada cardiorrespiratória, Jonatas H Openkoski, de 5 anos, que possuía AME (Atrofia Muscular Espinhal).  Seu corpo foi cremado em Balneário Camboriú.

Clique aqui e participe do grupo

de Whatsapp Aconteceu em Joinville

O menino ficou conhecido pela campanha AME Jonatas, que repercutiu nacionalmente e que virou alvo da justiça em 2018 por mau uso dos recursos arrecadados pelos pais. Segundo o Ministério Público, mais de R$ 200 mil da campanha teriam sido gastos em bens sem relação com a saúde da criança, como carro de luxo, viagem e celulares, além de despesas com academia, restaurante e balada.

Família do bebê denunciou hospital por negligência em Itajaí

Na última quarta-feira (19), os pais do pequeno Jonatas, denunciou o hospital Pequeno Anjo, de Itajaí, por negligência, Nas redes sociais, o pai do bebê, Renato Openkoski, afirmou que os médicos “cortaram o pescoço” de Jonatas.  “Quase degolaram meu filho”, afirmou o pai do bebê pelas redes sociais. De acordo com Renato, Jonatas voltou para casa ainda sangrando. “Queremos justiça pelo foi feito”, afirmou.

Em outra publicação, a família pede justiça.

Vivemos momentos de horrores, presenciando algo que jamais passaria por nossas cabeças. Só de pensar que poderia ter sido um corte ainda mais profundo e você tão pequeno não ter voltado para casa com nós, por uma imprudência de um ser que se diz médico, nossos corações já aceleram, ainda estamos abalados e sem acreditar no que fizeram com você nosso anjinho. Cuidamos tão bem de você já a 5 anos, com tanto amor e carinho, para fazerem uma atrocidade dessa e ainda terem a coragem de dizer que já estava nesse estado. Por você sempre faremos o melhor, e iremos até o fim do mundo por justiça. Que os culpados sejam punidos e que isso nunca mais se repita!

Siga-nos no nosso Instagram para receber notícias da região direto no seu celular. Para participar, basta CLICAR AQUI 

O Hospital emitiu uma nota informando o procedimento.

Hospital investiga caso

Em nota de esclarecimento, o hospital informou que tomou conhecimento da denúncia pelas redes sociais e que não houve registro da queixa nos canais institucionais de comunicação do hospital.

Diante das acusações, a direção disse que constituiu uma comissão de investigação interna “como forma de reverificar e auditar todos os atos praticados dentro de nossas dependências, quanto ao caso específico”, informou a unidade.

A comissão de ética médica da instituição também iniciou um procedimento próprio de investigação. “Até o momento, não foram identificadas quaisquer condutas culposas ou dolosas praticadas pelos profissionais que prestaram atendimento à criança”, destaca a nota do hospital.

A direção ainda ressaltou que algumas informações foram erroneamente veiculadas pelos pais da criança quanto aos atendimentos e procedimentos adotados pela instituição. O hospital rebateu a acusação de suposta adulteração no prontuário médico da criança, explicando que o registro é eletrônico e não pode ser alterado.

“Jamais houve recusa ou demora para entrega deste documento”, afirma o hospital. Além das medidas para esclarecer o caso, a unidade afirmou que entrou em contato com as autoridades para prestar esclarecimentos, compartilhar documentos e ajudar na apuração dos fatos.

Foto Divulgação/ Redes sociais

Block