Segunda, 16/05/2022
Joinville - SC
abril 1, 2020
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om a pandemia da Covid-19, o uso do álcool em gel passou a fazer parte do cotidiano da maioria das pessoas. Lavar as mãos ainda é a maneira mais eficiente de evitar o contágio por vírus como o novo coronavírus, no entanto, muitos preferem o produto pela praticidade.

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O dermatologista Gilvan Alves, membro e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia do DF, alerta que o uso excessivo do álcool em gel pode provocar a dermatite de contato e até intoxicação nas crianças.

“O uso constante do álcool em gel ajuda a remover a camada lipídica da pele, a gordurinha que a protege. A remoção dessa camada expõe a pele a fatores externos”, explica.

Sem essa barreira, um perfume, detergente ou até mesmo sabonete podem irritar a pele e provocar vermelhidão nas mãos. Nesses casos, a primeira atitude é lavá-las com água corrente. Caso a vermelhidão evolua para o descamamento ou o surgimento de bolhas, o ideal é procurar um dermatologista.

No caso das crianças, Gilvan afirma que o grau de intoxicação do álcool em gel é muito baixo, mas os pais devem ficar atentos. “O corpo absorve o produto e os efeitos são proporcionais à área de contato com o tamanho da criança. Não se deve passar no corpo”.

Outro ponto que preocupa é a ingestão. O recipiente com álcool em gel precisa ficar fora do alcance das crianças e só deve ser usado com o auxílio dos responsáveis. “Se ingerido, a criança pode ficar tonta, ter náuseas e vomitar, além de ter irritação na mucosa da boca e esôfago”, completa. Fonte metrópoles.com

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