Quinta, 30/06/2022
Joinville - SC

PSICOLOGIA DO ESPORTE: 50 motivos para investir num psicólogo do esporte… by Carlos Alberto Hang

abril 3, 2022
PSICOLOGIA DO ESPORTE: 50 motivos para investir num psicólogo do esporte… by Carlos Alberto Hang
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Muitos fracassos no esporte não ocorrem devido à falta de talento, bons técnicos e treinos, mas de psicologia que venha a dar suporte e ação a tudo isso, e desbloquear mecanismos impeditivos de ação, bem como sinalizar atletas que valem a pena investimento, e mapear possíveis mecanismos que estejam prejudicando os resultados esperados pelo atleta ou clube, tendo como foco o aprimoramento do rendimento do atleta em especial, desde o atleta em formação, até o de maior nível profissional já conquistado.
Seja num time de futebol ou doutro esporte em equipe, seja nas demais categorias esportivas individuais, o PSICÓLOGO DO ESPORTE é um suporte ímpar e indispensável para quem quer realmente estar inserido no esporte profissional de fato, e apto a competir com qualidade e condições maiores de obter os resultados de vitória desejados.
Mesmo que o objetivo do psicólogo do esporte não venha a ser a fazer terapia individual, em alguns casos é sinalizada tal necessidade e promovido tal encaminhamento, possivelmente feito até pelo mesmo psicólogo em ação esportiva, mas geralmente para além do contexto laboral esportivo.
Também é importante salientar que o psicólogo do esporte não trabalha somente no contexto coletivo, mas também no individual, geralmente iniciando por este para que, conhecendo as partes, entenda o mecanismo do todo, bem como mantém marcado ou a disposição conversas individuais constantes, conforme o caso.
Mais um importante tópico é sobre a falaciosa palestra motivacional isolada, a qual todo profissional da psicologia sabe de sua ineficiência, salvo quando sirva de suporta para um trabalho de psicologia que já tem sido feito pelo mesmo, servindo de revisão impulsionante de tópicos generalistas.
Além do psicólogo do esporte, existe a atuação do mesmo ou doutro profissional no esporte enquanto coaching esportivo, bem como este tem formação em PNL e hipnoterapia clínica, bem como é importante que tenha conhecimento em Terapia Cognitivo Comportamental, sexologia, psicanálise e afins, é deveras importante para uma mais ampla atuação e de melhores resultados.
Não basta ser bacharel em psicologia para atuar no esporte, faz-se necessário que o profissional tenha especialização em psicologia do esporte e/ou coaching esportivo pelo menos.
Em seguida apresento 50 tópicos de resultados positivos referentes a atuação do psicólogo do esporte em ação reflexiva na práxis com um atleta ou clube esportivo.
Diante destes 50 itens se apresentam possibilidades de ações e consequências de se ter um psicólogo trabalhando com o atleta e sua equipe técnica, entendendo-se então do porque tanto alto investimento financeiro tem sido feito pelos atletas e clubes diante de bons profissionais da psicologia atuando nas categorias esportivas, não somente profissionais, como nas amadoras.
  1. Ampla fonte de conhecimento dentro do viés psicológico que venha a promover aprimoramento dos resultados buscados;
  2. Confidencialidade aos atletas e comissão técnica;
  3. Sinalizador de pistas de melhoria do quadro de resultados;
  4. Desrobotiza comportamentos que impedem a melhor atuação do atleta e equipe;
  5. Promove desenvolvimento de carreira profissional;
  6. Oferecer amplo apoio emocional, carro chefe diante da melhora da autoestima e segurança pessoal;
  7. Ajuda no que chamamos de GERENCIAMENTE DE TEMPO, encurtando prazos de respostas esperadas, logo produzindo os efeitos esperados de maneira mais rápida e eficiente;
  8. Apoio quanto ao desenvolvimento pessoal, tornando-se mais responsável por si mesmo e seus atos;
  9. Melhora na confirmação de pistas por melhor desempenho e nomeia novas possibilidades de ação;
  10. Fonte de encorajamento e tomara de decisões, principalmente diante do inesperado;
  11. Ajuda a aceitar e aprender com os desafios, não usando as derrotas e problemas como meios de desistência ou perda de estímulo;
  12. Promove autoestima positiva que promove uma leitura mais clara sobre as próprias possibilidades reais de vir a ser, bem como sobre o que deseja de fato ser;
  13. Auxiliar no processo de confiança na equipe e técnicos, bem como em si mesmo, sentindo-se coparticipante do processo evolutivo e percebendo o quanto apoio realmente existe para sustentar os desafios diários da profissão;
  14. Aprende a assumir riscos calculados, não atuando por impulso e nem ficando inerte diante de necessárias tomadas de ações imediatas, principalmente durante uma competição importante;
  15. Auxilia a ser ativo em seu desenvolvimento laboral e carreira, não depositando somente no outro as possibilidade de ser o que deseja, mas coparticipante e responsável pela obtenção de resultados esperados;
  16. Dá suporte para que venha a ser transparente com a equipe e técnicos e com o próprio psicólogo, pois aprende a ter maior confiança nos profissionais, entende melhor a importância do trabalho de cada um diante da realização de seu sonho esportivo de sucesso;
  17. Aprende a falar de si, de dizer o que se sente, como acredita que tudo deveria ser, logo não permanece marionete de um sistema ou da vontade alheia, mas aprende a ser senhor da própria carreira e vida, não somente profissional, mas também profissional;
  18. Ajuda a assumir as limitações, tomando consciência delas e clareza em como poderá vir a ampliar estes limites;
  19. Promove maior abertura e ampla disponibilidade de discutir situações diversas abertamente, aprimorando o trabalho de todos;
  20. Consegue ter uma visão mais ampla do trabalho que tem sido feito pela equipe técnica, bem como o quanto ela é importante para seu crescimento, diminuindo a prepotência que o cega diante de questões que seriam importantes para a melhora da própria carreira e que não é possível ser acionada individualmente somente;
  21. Começa a compreender sua responsabilidade diante da sua carreira e dos resultados esperados, deixando de lado a espera que milagres ocorram diante de trabalhos sem grande esforço, e muito menos deposita na sorte como aliada a vitória esperada; mas na conquista dos próprios resultados desejados;
  22. Ao ter visão mais clara de si mesmo e um olhar mais univérsico sobre suas potencialidades, e tudo que se espera delas e de suas reais condições, consegue manter melhor o foco necessário para o desenvolvimento seu e de todos os envolvidos;
  23. Aprende a ter mais humildade e aproveitamento diante de queixas que se apresentam quanto ao seu desenvolvimento e postura, aprendendo a usá-las para aperfeiçoamento não somente pessoal, mas de todo o grupo afim;
  24. Não somente aprende como atuar proativamente, quanto deseja ser cada dia mais desafiado;
  25. Seus erros se transformam em ferramentas de aperfeiçoamento, pois aprende a suplantá-los e usá-los como ferramentas para tal;
  26. Torna-se o atleta mais consciente de suas habilidades e de seus limites, que é o primeiro passo para o autoaprimoramento e a obtenção de melhor rendimento;
  27. Fortalece os laços afetivos com a equipe técnica e de caráter particular entre os partícipes, facilitando o trabalho para si e doutrem;
  28. Constrói maior segurança pessoal, sendo assim, compreende melhor o que realmente busca alcançar, e consequentemente, consegue manter o foco maior sobre tal;
  29. Aprende a ter amizade com a equipe de trabalho num viés mais formal, não abusivo, respeitando hierarquia, bem como a todos aqueles que trabalham com ele, pois compreende não somente o papel do outro, mas o seu próprio no sistema laboral em exercício;
  30. Consegue dar seus ouvidos aos que falam com ele, internalizando melhor os conselhos e chamadas de atenção para uso de aperfeiçoamento pessoal, não levando as críticas para o lado pessoa e da produção de angústia, pois compreende a relevância delas pelo seu aprimoramento profissional e pessoal;
  31. Aprende a trabalhar melhor em equipe, bem como com os que estão acima de sua posição, como com os que estão abaixo dela por compreender melhor o papel de cada qual e a importância de todos pela obtenção dos resultados esperados;
  32. Obtém conselhos sólidos sobre sua carreira, não vivendo sobre um mundo fantasioso promovi por si mesmo ou pelo outro para si;
  33. Sente-se valorizado por receber um olhar individualizante e diante dada atenção às suas questões íntimas, além das profissionais, as de caráter pessoal, pois ambas são indissociáveis em todo ser humano;
  34. Melhora a autoestima e amplia o gosto de trabalhar com quem está trabalhando, pois sente que não é visto somente como algo mecânico, lucrativo e numa equipe, mas também como um ser humano em que a organização a que pertence se empenha para que se sinta mais realizado, e que se preocupa com suas questões, tanto profissionais, quando pessoais;
  35. Ocorre compartilhamento de experiência e conhecimento maior entre todos, sendo o psicólogo a ponte para que isso venha a ocorrer, pois geralmente não se tem espaço para isso além deste, sendo que a maioria trata apenas da formalidade técnica no dia a dia e com foco somente num ente de caráter unicamente pessoal, lucrativo e profissional, não no humano em si mesmo que se apresenta em cada qual;
  36. Em muitos casos o atleta é sinalizado a ter um treinamento mais focado em determinadas habilidades específicas que se faz necessário no momento ou apresenta ser de relevância maior;
  37. Melhora o nível de comunicação e relacionamento entre o atleta e sua equipe técnica;
  38. Ajuda o atleta a manter o pé no chão diante de posições de vitórias consecutivas, não estacionando na atuação, mas crescendo mais com a situação atual;
  39. Confirma o atleta e a equipe técnica quanto ao real talento e desejo de vencer ali presente, fortalecendo o investimento ou não, conforme o caso a ser sinalizado pelo psicólogo do esporte;
  40. Aumenta a determinação diante da conquista de melhores resultados ao ter mais claro o que quer e o que não quer para si, bem como ao passar a ser mais consciente de suas próprias limitações;
  41. Aprender a usar fracassos e frustrações como meio impulsionante de aperfeiçoamento, aprendendo a lidar mais maduramente e profissionalmente com tais situações;
  42. Fica-se mais consciente em tomar para si somente objetivos alcançáveis, e não para menor ou maior possibilidade real de vir a obter sucesso;
  43. Aumenta a identidade com o grupo de trabalho e consegue promover um trabalho em equipe mais saudável e proveitoso para todos;
  44. Deixa de depender tanto de apoio externo para a sua atuação, como da torcida, imprensa, familiares e afins, sendo assim, quando está recebendo somente críticas, consegue suplantar esta fase com o foco predeterminado;
  45. Começa a ter metas mais claras em sua vida, bem como estabelecê-las para si, mantendo melhor o foco nelas, não as vendo como um fim, mas um degrau que o elevará além doutros que tomará para si;
  46. Compreende que seus ídolos, aos quais se espelham, não são deuses e nem chegaram onde estão por acaso, mas começaram como a maioria dos iniciantes, sendo que a diferença está para muito além de ter talento, mas determinação, garra, força de vontade, crença e muita dedicação aos treinos;
  47. Para de se incomodar quando é provocado a melhorar ou é criticado por seu desempenho, mas o que passa a incomodá-lo é sentir que se encontra estagnado numa zona de conforto, e que não está tendo todo seu potencial aproveitado por si mesmo;
  48. Passa a compreender que não adiante ter talento, melhores técnicos e treinos pesados, se sua condição psicológica não estiver em sintonia positiva para que tudo isso seja acionado na prática e, principalmente, em momentos decisivos em competições;
  49. Incorpora naturalmente o costume de dar feedback para si, para a equipe e para os técnicos de suas condições, bem como fala mais seguramente e sem medo a respeito disso tudo quando é questionado e solicitado;
  50. Percebe na figura do psicólogo um agente de confiança, que o faz sentir mais seguro ao estar por perto e saber que pode contar com sua ética e compromisso profissional que um profissional da psicologia de fato pode oferecer, sendo elemento especial ao estar presente não somente nos treinos e atendimentos em grupo ou individual feitos, mas principalmente nas viagens e campeonatos em que participa o atleta, com o qual sente que poderá contar nos momentos mais decisivos, e não somente o atleta, quanto à própria comissão técnica.
(conteúdo trabalhado em minha palestra ESPORTE & PSICOLOGIA: um casamento perfeito e necessário)
Quem é o autor deste artigo: Carlos Alberto Hang, Psicólogo, Doutor e Mestre, Jornalista (SC03991); especialista/pós-graduado em psicologia do esporte, hipnose clínica, sexologia, dependência química, MBA em Liderança e Coaching, psicopedagogia, psicanálise, terapia cognitivo comportamental, educação infantil, e Ciências da Religião, com graduação também em Teologia, Filosofia, História, Letras e formação em hipnose transformacional; International Master Premium em Hipnose; Master PNL Practitioner (NLPEA Association of Excellence/USA); e escritor. Embaixador pela Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix (Genebra/Suíça), é Cônsul de Joinville – Instituto Internacional Poetas del Mundo, detentor do Oscar Brasileiro by Grupo Jornalístico Ronaldo Côrtes de São Paulo, e membro honorário imortal da Academia de Ciências, Letras e Artes de MG na cadeira 148. INSTAGRAM: @carlosalbertohang TWITTER: @hangjornalista FACEBOOK: @opiniaodeumlivrepensadorbyHANG

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