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VOGEL PAINÉIS
Participação do ex-chefe da Casa Civil em videochamada motivou a convocação dele pela CPI / Foto: Cristiano Estrela/Secom

Amandio João da Silva Júnior é exonerado do cargo de secretário da Casa Civil

Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, dia 26, a exoneração de mais um secretário do Governo de Santa Catarina. Amandio João da Silva Júnior, que era o secretário chefe da Secretaria da Casa Civil foi exonerados do cargo. Ele é mais um a deixar o primeiro escalão de Carlos Moisés por conta das investigações da Operação Oxigênio, que apura a irregularidade na compra de 200 respiradores realizadas pelo Governo do Estado pelo valor de R$ 33 milhões.

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A exoneração foi confirmada pelo Governo de Santa Catarina por meio de uma nota. “Comunicamos a exoneração do Chefe da Casa Civil, Amandio João da Silva Junior. Com isso, o ex-secretário pode melhor prestar seus esclarecimentos pessoais perante as autoridades constituídas em relação aos fatos relacionados à sua atividade profissional desenvolvida na iniciativa privada. Agradecemos o trabalho e o empenho durante o período em que esteve à frente da Casa Civil”, afirma o texto assinado por Moisés.

Amandio foi convocado a dar depoimento na CPI dos Respiradores, que está em andamento na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Acontece que o agora ex-secretário da Casa Civil aparece em imagens de uma vídeo conferência encontrada durante perícias realizadas no celular de Samuel Rodovalho, empresário que teria participado de uma negociação de respiradores iniciada com o Governo de Santa Catarina, mas que não foi concretizada.

Quando a imagem veio à tona, Amandio já havia se defendido, alegando que a vídeo conferência teria sido para tratar outros assuntos. “A foto que faz referência a mim na CPI se trata de uma reunião via web para apresentação de um projeto de Drive Thru para testes do Covid 19 na cidade de Florianópolis, que também foi apresentada para a ACIF e outras entidades empresariais em outras oportunidades, sem a minha presença. A foto é da data de 22/4/2020.

Um negócio privado, transparente e que acabou não acontecendo. Destaco que neste período eu não exercia qualquer cargo público e atuava, como minha vida inteira, na iniciativa privada. Desde 22/4/2020 nunca mais mantive contato com Samuel Rodovalho. Infelizmente a CPI busca, mais um a vez, desvirtuar os fatos”, explicou.

Nesta sexta-feira, após sua exoneração, Amandio publicou nova nota onde aponta que a sua saída não tem relação com a convocação para dar depoimento na Alesc. “A decisão não tem relação também com minha chamada a falar na CPI da Alesc, pois repito que sempre agi dentro das regras, normas e leis. Mas independente disso, a preservação neste momento e o apelo da família são mais importantes. Até mesmo instituições seríssimas que presidi acabam sendo atacadas injustamente simplesmente por interesses políticos e pelo cargo que até então eu exercia”, escreveu.

Ele é o terceiro secretário do governo de Carlos Moisés a ser exonerado por conta dos desdobramentos da Operação Oxigênio, antes dele saíram Helton Zeferino, ex-secretário de Saúde e Douglas Borba, que era chefe da Casa Civil, cargo que depois foi assumido por Amandio. Fonte engeplus.com.br/

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