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VOGEL PAINÉIS
O prefeito afirmou que só vai atender no dia 16 de março / Foto: Sinsej / AJ

Servidores em greve fazem vigília à espera de atendimento do prefeito

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Um grupo de servidores públicos municipais que estão em greve, ocupam a ante-sala do gabinete do prefeito Udo Döhler e prometem não sair do local até que sejam atendidos pelo chefe do Poder Executivo.

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No quarto dia de Greve, a paralisação conta com mais de 1500 adesões. A comissão de negociação e direção do Sinsej protocolam quinto pedido de audiência com prefeito Udo Döhler, que nega novamente atender o Sindicato para tratar das reivindicações da Campanha Salarial.

A Comissão reiterou pedido de urgência ao Secretário de Governo, Afonso Fraiz, que recebeu os representantes da categoria na recepção no gabinete tendo em vista o ano eleitoral que limita o prazo da data-base, assim como a necessidade de conversar sobre o projeto de lei complementar nº 03/2020, que trata das mudanças do Ipreville e do aumento da alíquota de contribuição de 11 para 14%. Em resposta ao documento, o prefeito insiste em atender somente dia 16 de março.

Prefeitura se manifesta em nota

A Prefeitura de Joinville informa que sempre está aberta ao diálogo com o Sindicado dos Servidores Municipais. Mensalmente são realizadas reuniões com a Secretaria de Gestão de Pessoas. A próxima está agendada para o dia 3 de março.

A reunião de abertura da mesa de negociação para o reajuste salarial está agendada para o dia 16 de março, com o prefeito Udo Döhler. Essa data já é uma antecipação da abertura das negociações. Pois o pedido do Sinsej é da revisão dos vencimentos pelo INPC, no acumulado de 1º de maio de 2019 a 30 de abril de 2020.

Esse referencial só será conhecido em maio, quando sai o índice referente ao período solicitado.
A Prefeitura de Joinville espera o entendimento do Sindicato sobre os prazos apresentados e lamenta a postura do uso da greve e acampamento de membros da direção junto ao Gabinete do Prefeito, como forma de pressão.

Sobre o projeto da contribuição previdenciária, ele não será retirado da Câmara de Vereadores, pois atende uma exigência da lei federal sobre a nova regulamentação da Previdência Social.

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