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VOGEL PAINÉIS
A possibilidade de uma greve por tempo indeterminado não está descartada

Servidores marcam paralisação para esta segunda-feira

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Sem ter resposta do prefeito Udo Döhler sobre o pedido da abertura das negociações da Campanha Salarial 2020 com o Sinsej, a assembleia geral dos servidores públicos de Joinville, realizada na manhã da última quinta-feira, (13), deliberou por outra paralisação para segunda-feira, dia 17, com nova assembleia geral e mobilização às 14 horas na Câmara de Vereadores de Joinville.

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Na segunda-feira, os debates e decisões serão sobre aumento da alíquota do Ipreville e a abertura das mesas de negociação e deliberação ou não sobre o estado de greve e/ou greve.
Na educação, por exemplo, a categoria quer barrar a tramitação, na Câmara de Vereadores, do Projeto de Lei Complementar nº 51/2019, que extingue cargo de supervisor II e cria gratificação pra 30 profissionais trabalharem na Sede da Secretaria.

O PLC vai à votação no mesmo dia (17). No caso do Ipreville, o objetivo também é retirar do legislativo o PLC 03/2020, que traz mudanças na estrutura do Instituto, põe em risco a aposentadoria e aumenta o valor de alíquota de contribuição dos servidores para 14%.

A paralisação da última quinta-feira, (13), foi um termômetro para mostrar ao governo municipal a organização da categoria na luta pelo atendimento das reivindicações, que vão desde o aumento real de 8%; o reajuste de 100% previsto pelo INPC; a realização imediata de concurso público; o pagamento da dívida da prefeitura com o Ipreville, além da  defesa de um serviço público, gratuito e de qualidade em todas as áreas.

Participaram da atividade dois mil servidores de mais de 50 locais, entre escolas, Ceis, unidades básicas de saúde, subprefeitura do Vila Nova, todo o setor de Tecnologia da Informação da PMJ, CREAS, CAPS, Hospital São José, agentes e assistentes administrativos, além de outros.
A supervisora escolar Marisa Vicentin, pontuou que é preciso lutar pela valorização dos servidores e dos serviços públicos. Ela está na luta contra a aprovação do PLC 51 desde que o projeto foi apresentado na Câmara.

Greve pode ser decretada

A possibilidade de uma greve por tempo indeterminado não está descartada, caso o prefeito continue tratando com descaso a pauta dos servidores. Para a servidora aposentada Angela, o prefeito tem que ter mais respeito pelo servidor. Se  respeitasse, não precisaríamos parar as atividades para garantir um direito que é nosso, destacou.

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