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VOGEL PAINÉIS
A moeda norte-americana opera em ligeira alta

Dólar sobe atento ao exterior após ataques em petrolífera da Arábia Saudita

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O dólar comercial abre a semana em alta com o mercado reagindo aos ataques às instalações da petrolífera estatal da Arábia Saudita, Saudi Aramco, no sábado,14, por meio de drones, refletindo na redução da produção em cerca de 5,7 milhões de barris por dia e em um forte estresse no mercado da commodity.

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Às 9h42 de Brasília, a moeda norte-americana operava em ligeira alta de 0,09% no mercado à vista, cotada a R$ 4,092 para venda, enquanto o contrato futuro para outubro tinha alta de 0,17%, a R$ 4,094.

Segundo analistas do ING, os ataques aos 5,7 milhões de barris representam quase 20% da produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e entre 5% e 6% da oferta global da commodity, que abriu a sessão em alta de quase 20%, acima de US$ 71 o barril do Brent.

A declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizando a liberação de reservas estratégicas de petróleo do país após os ataques, levaram a cotação a reduzir os ganhos, mas o Brent avança mais de 10%.

O maior risco geopolítico, decorrente desse evento e o aumento de preços podem constituir mais um vetor negativo à atividade global, já em desaceleração”, comenta a equipe econômica do Bradesco.

Os números da produção industrial da China também corroboram para o
ambiente mais negativo entre as moedas de países emergentes e ligadas às commodities após registrar alta de 4,4% em agosto, ante projeção de 5,2%.

Os dados mais fracos de atividade reforçam o enfraquecimento progressivo da China”, diz o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa.

Os mercados se preparam para as decisões de política monetária do Federal Reserve (FED), o banco central norte-americano, na quarta-feira, 18, com o mercado firme na aposta de queda da taxa de juros por lá.

Aqui no Brasil, o Banco Central se reúne com fortes apostas de queda de 0,50 ponto percentual, a 5,50% ao ano, da taxa básica de juros (Selic). Na quinta-feira, 19, tem ainda a decisão do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco do Japão (BoJ).

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