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VOGEL PAINÉIS

Onda de cigarro eletrônico preocupa autoridades de saúde

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Tem aumentado a divulgação de notícias na mídia sobre cigarro eletrônica e muita gente ainda não sabe o que é isso. Tanto que as seis mortes e os 450 casos de hospitalizações nos Estados Unidos em aproximadamente um mês aumentaram as dúvidas sobre o uso dos cigarros eletrônicos. Médicos e cientistas querem saber o que está causando os graves problemas pulmonares.

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Depois de seis mortes confirmadas e quase 500 internações por grave doença no pulmão, os Estados Unidos lançaram guerra contra os cigarros eletrônicos. No Brasil, a venda e importação são proibidas, mas o uso não para de crescer.

Nova York proíbe a venda de cigarros eletrônicos com sabor

O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, anunciou neste domingo (15) a proibição dos cigarros eletrônicos com sabor, uma tentativa de “combater o aumento do consumo de produtos de vapor entre os jovens”.

Cuomo, que emitiu um decreto, também ordenou que as corporações de segurança aumentem os esforços para dificultar a venda desses produtos aos jovens e menores de idade. A idade mínima para fumar em Nova York é 21 anos.

Segundo o estado de Nova York, embora o percentual de fumantes entre os estudantes de ensino superior tenha caído de 27,1%, em 2000, para o recorde mais baixo, de 4,3%, em 2016, o marketing agressivo dos cigarros eletrônicos com sabor está mudando essa tendência.

O Departamento de Saúde do estado recebeu 56 relatórios de médicos sobre graves doenças pulmonares em pacientes entre de 15 a 46 anos.

Cerca de 40% dos estudantes do último ano do ensino médio e 27% dos estudantes de ensino superior no estado estão usando cigarros eletrônicos.

O estado também ressalta que 27,4% dos estudantes do ensino superior usavam cigarro eletrônico em 2018, 160% a mais que em 2014, quando era de 10,5%.

Essas ações coincidem com um relatório divulgado pelo Departamento de Saúde da cidade de Nova York que alerta para o aumento do consumo dos cigarros eletrônicos nos colégios e que esses vaporizadores ameaçam acabar com décadas de progresso na luta contra o consumo de nicotina entre os mais jovens.

Segundo o relatório, em 2018, 2,6% dos estudantes de 11 e 12 anos diziam já ter fumado pelo menos uma vez nos 30 dias anteriores à pesquisa. A porcentagem aumenta para 9% entre os estudantes de 12 e 13 anos, e para 8,4% entre os de 13 e 14 anos.

 

 

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