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VOGEL PAINÉIS
Vídeo - Confira as entrevistas do advogado da família da vítima e do suspeito / Foto: Flávio Coruja / AJ

Família da vítima de feminicídio em Pirabeiraba pede prisão preventiva de suspeito

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Durante coletiva de imprensa, o advogado da família de Gabriella Custódio Silva, Marco Aurélio Marcucci, foi enfático e pediu a prisão preventiva do autor do disparo que matou a jovem no dia 23 de Julho em Pirabeiraba. Para ele houve obstrução de justiça e destruição de provas.  Gabriella foi enterrada na quinta-feira (25), aos gritos de justiça, em Penha, no Litoral Norte.

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Após o crime, Leonardo Natan Chaves Martins, de 21 anos, levou a mulher para o Hospital Bethesda no porta-malas do carro de seu pai. Ele deixou ela na entrada do pronto socorro e fugiu. O homem se apresentou 48 horas na delegacia de Homicídios, acompanhado de seu advogado, Pedro Wellington Alves da Silva. O projétil que matou a jovem partiu de uma pistola calibre 380 que foi lançada no canal do linguado. O veículo foi localizado pela polícia militar com dois homens, que foram presos e liberados.

Durante entrevista, o advogado afirmou que  “A apresentação espontânea do suspeito não impede a prisão preventiva, ele destruiu provas, obstruiu a justiça, mentiu para o delegado e tem o clamor público, só o clamor público já dava a prisão preventiva”concluiu.

O advogado também disse que ” …O delegado está com muita cautela, eu até entendo, mas não precisa neste caso, está bem claro, e não foi só uma pessoa que cometeu este crime, tem mais gente e nós vamos esclarecer, o disparo acidental é uma desculpa principiante, amadora e patética.” concluiu.

Durante o interrogatório que durou cerca de três horas, Leonardo disse que o disparo foi acidental. Na presença do advogado de defesa, Pedro Wellington Alves da Silva, ele disse que a pistola calibre 380 era de seu pai, e que tinha comprado no dia anterior, ele estava mostrando a arma para a jovem, quando ocorreu o disparo, que foi acidental.

O pai de Gabrielle, Marcelo Marciano Silva, disse que a filha se afastou deles, depois que foi morar com Leonardo, e nos últimos três meses, ela foi visitar seus familiares apenas duas vezes. ” Eles estavam três meses casados, depois de algum tempo, ela começou a se distanciar, ela sempre arrumava uma desculpa, ela emagreceu muito esses meses, se ela me falasse que estava sendo agredida, eu ia tirar ela de lá”.

O delegado que comanda as investigações, Elieser Bertinotti, disse que Leonardo e o seu pai dele não possui posse e nem porte de arma de fogo. Durante a semana, familiares, amigos da vítima, e familiares do suspeito serão interrogados.

Confira na íntegra a coletiva com a Imprensa
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Advogado de Defesa fala sobre o caso

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