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VOGEL PAINÉIS
A versão da defesa é que a arma disparou enquanto Leonardo mostrava o objeto para Gabriella– Foto: Divulgação / Redes Sociais

Suspeito de matar namorada com tiro no peito se apresenta à polícia

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O suspeito de matar a namorada e largá-la no Hospital Bethesda, apresentou-se na tarde desta quinta-feira (25) na Delegacia de Homicídios. Ele chegou acompanhado do advogado, Pedro Wellington Alves da Silva, para prestar depoimento a respeito da morte de Gabriella Custódio da Silva.

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Câmeras de segurança da unidade de Saúde mostram o momento em que Leonardo Nathan Chaves Martins abandona o corpo da Jovem, na emergência do Hospital. O corpo de Gabriella foi enterrado por volta das 9h desta quinta em Penha, no Litoral Norte.

Morte

A jovem morreu após ser baleada na casa da sogra no distrito de Pirabeiraba, em Joinville. Depois ela foi levada para a unidade de saúde dentro do porta-mala do carro.

“Quem estava ali, o próprio guarda, o próprio pessoal que estava ali, viram que ela chegou dentro do porta-mala. Depois que ele deixou ela, ia pegar os documentos pra fazer a ficha, mas não retornou mais”, disse o diretor do Hospital Bethesda, Hilário Dalmann.

“Foi tentado reanimar durante 20 minutos, sem sucesso, porque ela chegou sem sinais vitais. Ela levou um tiro no tórax superior direito”, explicou o diretor da unidade.

Roupa trocada

A irmã de Gabriella, Andreza Custódio Silva, disse que a roupa da jovem foi trocada antes de ela ser levada ao hospital. “Essa camiseta foi entregue no hospital, estava nela. Não tem tiro nenhum. Eles trocaram o vestidinho que ela tinha. Não tem tiro, não tem marca, não tem nada”, disse Andreza.

Ainda segundo Andreza, o pai que reside em Penha, município que fica a 69 quilômetros de Joinville onde ocorreu o crime, precisou ligar em diversos hospitais para descobrir onde a filha havia sido deixada.

As irmãs Gabriella e Andreza — Foto: Arquivo Pessoal/Pessoal

As irmãs Gabriella e Andreza — Foto: Arquivo Pessoal/Pessoal

“Os meus pais ficaram muito preocupados com ela. Ligavam e ela não atendia. Depois de muito tempo o pai dele mandou um áudio dizendo que tinha acontecido uma fatalidade e o Leonardo tinha atirado na minha irmã. Disse que não podia falar mais nada e não nos atendeu. Meu pai me ligou para eu ir ao hospital. Ele teve que ligar em todos os hospitais para saber onde estava”, afirma a irmã.

Segundo a irmã, Gabriella não chegou a comentar atitudes agressivas de Martins. “Ela sempre falava que ele era maravilhoso com ela. Agora a gente descobriu um monte de coisa. Que ele batia nela, ameaçava, que uma vez ele tentou jogar o carro dele com a mãe dele e com ela dentro, para matar as duas”, disse.

Após matar a jovem, o suspeito teria colocado o corpo da vítima no porta mala do automóvel, e deixado no Hospital Bethesda / Reprodução / Redes Sociais

Investigação

O delegado Eliezer Bertinotti analisa pedir a prisão do suspeito. “A gente instaura o procedimento de acordo com aquilo que a gente recebe. O que a gente tem até agora é que o companheiro efetuou disparo contra companheira”, explicou.

A sogra de Gabriella prestou depoimento e afirmou que ouviu o disparo, mas não viu o casal após o tiro, segundo a Polícia Civil. Os policiais que atenderam o caso também prestaram depoimento.

O carro foi apreendido e arma usada no crime não foi encontrada.

Prisão de homem bêbado

Conforme o delegado Bertinotti, o namorado saiu do hospital e retornou para casa, onde deixou o veículo e fugiu. Em seguida, ele teria entrado em contato com pai dele para pedir ajuda. Um amigo do pai foi retirar o carro da casa.

“Quando o amigo do pai estava saindo com o veículo, a polícia chegou ao local e realizou a prisão dele por embriaguez ao volante, já que ele estava sob o efeito de bebida alcoólica”, explicou Bertinotti.

A Polícia Militar foi quem abordou o homem. Conforme o major Screpanti, foram feitas rondas em busca da Captiva. O carro foi encontrado com três ocupantes, todos testemunhas do crime. O motorista estava alcoolizado. Fonte G1.comsc

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