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VOGEL PAINÉIS
O condenado possui outra condenação de 8 anos por cometer outros crimes.

Acusado de homicídio é absolvido

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Vitor Hugo Alonso foi absolvido da acusação de homicídio durante julgamento popular realizado nesta terça-feira (14), em Joinville. Ele era acusado de participar de um homicídio que ocorreu em Janeiro de 2018, na Estrada do Saí, em Pirabeiraba.

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A vítima, identificada como André Ribeiro Santos, era morador da rua XV de Outubro, no bairro Rio Bonito. Ele foi morto após ser atingido por disparos de arma de fogo. A denúncia do Ministério Público apurou que André foi até o local para negociar um automóvel.

Durante a audiência que durou aproximadamente quatro horas, Vitor negou todas as acusações. De acordo com o Juiz, Gustavo Henrique Aracheski, as acusações foram vagas e superficiais. Um segundo suspeito de ter participado do crime recorreu e até o momento não foi julgado. Vitor continua no Presídio Regional de Joinville por envolvimento em outros crimes.

 

 

 

 

 

 

Consta na denúncia que no mês de janeiro de 2009, em dia e horário indeterminado, na BR-262, o réu, agindo mediante concurso de pessoas com indivíduos não identificados, efetuou disparos de revólver na vítima Joelson de Deus Domingos, causando-lhe a morte.

Narra a denúncia que o delito foi cometido por motivo torpe, decorrente de anterior desentendimento entre o acusado e a vítima, evidenciando o caráter de vingança.

Conta ainda que o réu utilizou de recurso que dificultou a defesa da vítima, pois conduziu Joelson até um local abandonado, dificultando que pudesse empreender fuga, sendo que foi assassinado com inúmeros tiros de revólver, inclusive na cabeça.

Por fim, o MP asseverou que, após a consumação do homicídio, o acusado ateou fogo no corpo da vítima, destruindo-o.

Durante a sessão de julgamento, o promotor de justiça pediu a absolvição com base na insuficiência de provas da autoria delitiva. A defesa do réu sustentou quanto ao delito de homicídio absolvição por negativa de autoria, absolvição genérica por insuficiência de provas com base na autodefesa do acusado, bem como exclusão das qualificadoras e, quanto ao crime de destruição de cadáver, alegou também negativa de autoria.

Reunido em sala secreta, o Conselho de Sentença, por maioria de votos declarados, acolheu os pedidos do MP e defesa e absolveu o réu.

O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos, observando a decisão do Conselho de Sentença, julgou improcedente a pretensão penal deduzida pelo MPE para absolver J.P.R.

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