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VOGEL PAINÉIS
Foto / Reprodução Redes Sociais / AJ

Mulher que denunciou fraude na campanha ‘Ame Jonatas’ é investigada pela mesma prática

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A mulher que denunciou fraude na campanha “Ame Jonatas” é investigada pelos mesmos crimes que os pais do menino respondem. Ela é suspeita de desviar recursos de arrecadações de outras famílias que pediam auxílio para tratamento do filho.

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Esse caso foi revelado pela revista ‘Veja’ e publicado na edição online no dia 29 de março. A reportagem revela que a contadora carioca, Ana Brígida de Jesus, de 31 anos, teve um papel importante ao reunir provas e também testemunhas que falassem a respeito do caso Openkoski.

Em um perfil em uma rede social intitulado ‘fraudes em campanhas’, Ana passou a denunciar não somente o caso da famílias Openkoski, mas também de outras campanhas pelo Brasil.

Foi aí que ela criou popularidade e criou um sistema engenhoso. Com apoio de uma amiga que cedeu uma conta poupança, Ana recebia recursos de diversos cantos do Brasil para auxiliar essas famílias que estão passando por necessidades.

Dinheiro “fala mais alto”

No início de fato ela ajudou, comprou equipamentos, alimentos e remédios e até pagou as faturas de luz atrasadas de uma família. Porém, a ganância acabou subindo a cabeça. A reportagem revela que uma moradora de Guarulhos (SP) acusa Ana de desviar mais de R$ 10 mil.

Esse dinheiro teria sido doado para compra de um equipamento específico para o tratamento de fisioterapia do filho dela. Em outra caso, uma mulher afirma ter emprestado o cartão de crédito para Ana comprasse passagens aéreas para ajudar cegos a participarem de um campeonato, porém, a alegação afirma que ela usou para comprar bolsas e sapatos, deixando um prejuízo de R$ 21 mil.

Equipamento inexistente

Em outro caso alarmante, uma família precisava de um carrinho específico para o filho que tem uma doença neurológica rara. Esse carrinho custa aproximadamente R$ 25 mil. Ana afirmou ter um, mas disse que estava apreendido na Receita Federal, e precisaria pagar uma taxa de R$ 2,9 mil. A família reuniu recursos com parentes e amigos, mas até hoje não viu o equipamento. Fonte ndonline

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