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VOGEL PAINÉIS
Se condenados, Aline e Renato podem pegar de um a seis anos de prisão pelos crimes de estelionato e apropriação indébita | Foto Arquivo Pessoal/Facebook

Justiça nomeia peritos para avaliarem tratamento custeado pela campanha AME Jonatas

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A Vara da Infância e Juventude de Joinville, no Norte catarinense, nomeou dois profissionais de saúde para apresentar um laudo sobre a frequência e supervisão do tratamento do bebê Jonatas, que sofre de Atrofia Muscular Espinhal (AME). Os pais da criança são réusno processo. Eles são acusados de se apropriarem de parte do dinheiro de uma campanha feita para arrecadar recursos para o tratamento do menino.

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a>em janeiro de 2018 após denúncias de mau uso do dinheiro. Por causa disso, a Justiça é quem administra e libera os valores para o tratamento da criança.

“É preciso que o juízo (que é quem administra/libera os valores) saiba ou tenha noção dos serviços de saúde que são necessários e/ou indispensáveis, bem como do número adequado de sessões”, escreve o juiz Márcio Renê Rocha na sentença.

Conforme a Justiça, os profissionais escolhidos têm 30 dias para entregar o laudo. Os questionamentos são sobre os tipos de cuidados médicos necessários; o número de profissionais que o quadro de saúde da criança requer atualmente; a frequência necessária para as sessões de fisioterapia; e se ainda há necessidade da supervisão/orientação por profissional do Rio de Janeiro.

Processo

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) diz que os pais se apropriaram de R$ 201.150 mil da campanha. Jonatas foi diagnosticado com AME em março de 2017. O tratamento indicado para ele são doses de uma vacina importada dos Estados Unidos, no valor total de R$ 3 milhões.

Sem condições de arcar com essa quantia, os pais fizeram a campanha. Em maio do ano passado, eles anunciaram nas redes sociais que conseguiram os R$ 3 milhões, mas continuaram a arrecadação para poder cobrir gastos com os equipamentos para manter o menino em casa.

Porém, não divulgaram com transparência a forma como era usado o dinheiro da campanha. Conforme o MPSC, com parte desses recursos, os pais compraram celulares, peças de carro, um faqueiro, um skate, roupas, sapatos, joias, pagaram academia para eles e parentes, um carro no valor de R$ 140 mil, contas em restaurante e casa noturna, aparelho de som e uma viagem a Fernando de Noronha no valor de R$ 7.883,12.

Além disso, ainda em 2017, conforme a acusação, convenceram pessoas que ajudaram na arrecadação do dinheiro a entregarem quantias pessoalmente, dizendo que a conta da campanha estava bloqueada. Porém, essa determinação judicial só ocorreu em janeiro deste ano. Conforme o MPSC, essa apropriação indevida dos valores da campanha ocorreu entre março e dezembro de 2017. Com informações de  G1 SC

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